ESTREMOZ
Distrito: Estremoz
Freguesias: 13
Área 513,82 Km2
População Presente (Total) 15500
Estradas Existentes:A6, IP2, EN4, EN18, EN245, EN372, EN381.

 

 

Com uma superfície de dois mil e quinhentos hectares, a freguesia de Santo António dos Arcos é constituída pelos lugares de Valadares, Aldeia de Sande e Arcos Velhos. Outros lugarejos e sítios são os de Colmeal, Carrascal, Foupana, Maria Ruiva, Abibes, Monte da Azinheira e Monte das Figueiras. Encontra-se a sete quilómetros da sede do concelho e é atravessada pela ribeira de Alcaraviça. A maior parte da sua área encontra-se em campina rasa, sendo a restante parte constituída por três outeiros postos em fileira, Atalaia, Serra e Cachorra.
O seu povoamento remota à época pré-histórica. Em 1775, aqui foram encontradas várias sepulturas gentilícias, ladrilhos, sepulturas com campas de mármore e outros objectos arqueológicos.Ler mais ...
Freguesia dominada pelo seu curioso castelo de formas arredondadas, Évoramonte é uma localidade calma situada a cerca de 17 quilómetros da sede do concelho.
As muralhas são visíveis de muitas léguas em redor, com a magnífica torre de menagem, ela própria um castelo, também chamada Paço de Homenagem. É muito agradável a subida ao monte, por entre montados de azinheiras, desfrutando-se de uma paisagem cada vez mais ampla à medida que se sobe. No fim da subida, o clímax espera-nos.Ler mais...
Santa Maria é uma das duas freguesias que constituem a cidade de Estremoz.
Do seu antigo castelo, ergue-se isolada a torre de menagem guardando a distante fronteira com a Extremadura espanhola. Altiva, imponente e dominadora, ex-líbris de Estremoz, é denominada das “Três Coroas”, porque atribuida a sua construção inicial a D. Sancho II, a continuação a D. Afonso III e o acabamento a D. Dinis.
A parte alta de Estremoz gravita à volta desta torre, da antiga alcáçova, depois convento e hoje um dos mais luxuosos albergues instalados em edifícios históricos – a pousada de Santa Isabel, homenagem à Rainha Santa, que nesta cidade viria a morrer. No terreiro exterior, para além dos paços reais com a sua galeria, domina a igreja de Santa Maria.Ler mais...
Ocupando uma superfície de 2.900 hectares, onde existem 101 edifícios, a freguesia de Santo Estevão revela um povoamento muito antigo.
Todos os conquistadores da Península devem ter andado por aqui. Em 1934, foram descobertos na herdade da Silveirona dois cemitérios romano-visigóticos, onde se encontravam diversas sepulturas com inscrições latinas de “Quinto Fábio Trifon Argírio e Sabino vir honestus”, do ano 517, “Veraniano, famulus Dei” de 531, “Saviniano, famulus Dei, de 543, e “Talása, famola Dei”, de 544. No local apareceram diversos objectos de cerâmica, tais como lucernas, púcaros, pontas de lança e muitos outros.Ler mais...
Freguesia que se estende sobre uma superfície de 4.200 hectares, S. Bento do Ameixial pertenceu à Ordem de Avis. No século XVI também se chamou S. Bento da Aldeia do Penedo. Estava então anexa a Santa Maria de Estremoz.
Em 1534, no tempo do cardeal D. Afonso, o arcebispado de Évora efectuou uma “visitação” a todas as freguesias ou capelas curadas que existiam no seu território. O visitador que se deslocou a S. Bento do Ameixial “mandou aos fregueses da dita capela que ponham nela uma vestimenta de chamalote vermelho, inteira, com suas franjas, e um cálice de prata de três mil réis e uma cruz de latão e uma arca para os ornamentos e uma boa bacia para a oferta e um bom ferrolho com sua fechadura e chave e assim mandou aos sobreditos fregueses que ladrilhem o corpo da capela com boas lájeas ou tijolo”.Ler mais...
Freguesia com uma área de 5.900 hectares, Glória está inserida numa região em que abundam as ermidas onde a tradição afirma que D. Nuno Álvares Pereira rezou antes da Batalha dos Atoleiros. A mais de seis templos é atribuída esta lenda, embora se encontrem a dezenas de quilómetros de distância. Um desses templos situa-se nesta freguesia.
Freguesia muito antiga, Glória tem um pelourinho que está classificado como Imóvel de Interesse Público. Diz Joaquim Vermelho: “O pelourinho do Canal acusa dificuldades de uma identificação clara: símbolo do poder foralengo concelhio ou representativo do poder senhorial da Casa de Bragança? De gosto e feição populista, tem coluna lisa e cilíndrica, com arco de ferro, encimado por uma esfera rematada por cruz de ferro. Dada a sua composição tanto pode ser do século XVI como dos séculos XVII-XVII”.Ler mais...
Vila muito antiga, Veiros foi sede de concelho a que D. Manuel I deu foral em 1510 e que foi extinto em 24 de Outubro de 1855. Símbolo dessa época de autonomia, levanta-se, na Praça Marquês da Praia e Monforte, um belo pelourinho. Há algumas dúvidas quanto a ser o original do século XVI. O monumento, datado de 1739, é de gosto renascentista.
Veiros tornou-se célebre por ter sido a pátria do 1.º duque de Bragança. Do castelo resta hoje o muro do recinto com as suas portas ladeadas por torreões. Foram os cavaleiros de Avis que em 1308 construíram a torre de menagem.Ler mais...
Santo André é a outra freguesia urbana de Estremoz. É no seu termo que se levanta o pelourinho, símbolo dos velhos e nobres pergaminhos da cidade.
O pelourinho de Estremoz esteve inicialmente na praça de D. Dinis. Depois da explosão ocorrida no castelo há notícia de que acompanhou a mudança da Câmara para o Chão das Covas. Nas últimas décadas do século XIX foi mandado desmontar e arrecadado em instalações municipais. Só em 1916 encarregaram o arqueólogo Luís Chaves do seu restauro e montagem, vindo a ocupar o lugar onde hoje se encontra.Ler mais...
A freguesia de S. Bento do Cortiço ocupa uma superfície com uma área de 2.600 hectares. Em 1556 chamava-se S. Bento da Aldeia da Talha por ficar na herdade e horta deste nome, como consta nos “Direitos, bens e propriedades da Ordem de Avis em três vilas”. Em 1819, era denominada de S. Bento da Aldeia dos Cortiços. Pelos finais do século XIX, ou já durante o século XX, impôs-se a actual designação.Ler mais...
Freguesia situada na grande planície histórica do Ameixial, Santa Vitória ocupa uma superfície com uma área de 5.400 hectares. Santa Vitória do Ameixial é nome sabido e consabido, e local onde foi escrita uma das mais brilhantes páginas da “História de Portugal”. Aqui foi travada a 8 de Junho de 1663 a Batalha do Ameixial entre D. Sancho Manuel, conde de Vila Flor, e o exército espanhol de D. João de Áustria. O nome da povoação evoca uma das mais importantes vitórias portuguesas de todos os tempos.Ler mais...
Freguesia situada numa quase chã, ocupa uma superfície com uma área de 1400 hectares. Nasce aqui a ribeira de Ana Loura, que deu o nome à povoação. A nascente oferece a particularidade de manter sempre o mesmo caudal, quer seja Verão ou Inverno, durante as grandes secas ou na época das chuvadas rigorosas.
A igreja matriz, dedicada a S. Domingos, apresenta características construtivas do século XVI. Tem grande interesse artístico e arquitectónico. Em meados do século XVIII, o Pe. José Cordeiro dava conta que a sua igreja tinha cinco altares: de S. Domingos, do Santo Nome de Jesus, de Nossa Senhora do Rosário, das Almas e de S. Cornélio que, “por ser adevogado contra as sezoins, lhe concorrem grandes romagens”. O templo era de uma só nave e tinha duas irmandades, uma de Nossa Senhora do Rosário, outra das Almas. Foi nesse século que se construiu a capela de Nossa Senhora da Assunção.Ler mais...
S. Bento de Ana Loura é uma das mais pequenas freguesias do concelho, tanto em superfície como em número de habitantes: actualmente, são cerca de 70 as pessoas que habitam esta freguesia.
O povoamento do seu território é muito antigo como o atesta a sua arqueologia. Foi aqui encontrado um capitel romano junto á igreja paroquial e que se encontra hoje exposto no núcleo arqueológico do Museu Municipal de Estremoz.Ler mais...
Freguesia com uma área de 1700 hectares, S. Lourenço de Mamporcão foi um curato da apresentação da mitra da Sé de Évora.
A igreja matriz, dedicada a S. Lourenço, é de fundação indeterminada, embora se saiba que é de tempos remotos. Na Visitação de 1534, o corpo da igreja sofreu uma reconstrução. É de uma só nave e tem três altares.Ler mais...

Publicado em:http://www.estremoz.com.pt

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